Coisas que acho que só acontecem comigo!

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Sabe aquela série de eventos catastróficos que acontecem de carreirinha de vez em quando na sua vida? Poisé… quando esses eventos acontecem todos no mesmo dia eu acho que “só pode ser comigo”!
Tudo começou quando a UnB perdeu não conseguiu achar documentos bem importantes do meu processo de aproveitamento de matérias e eu tive que solicitar todos os documentos originais de novo pra entrar com um novo processo. O próximo lindo evento do dia foi o pivô de todos os outros: uma chuva sobrenatural caiu 5 minutos antes de eu ir pro bloco da minha aula e com peso na consciência de chegar atrasada eu sai correndo que nem doida. No meio da minha maratona eu ouvi uma “vozinha” na minha cabeça dizendo “Ei, volta! Seu celular caiu no chão!”.. Normalmente quando eu decido escutar essa “vozinha” eu me lasco, e quando eu decido não escutar eu me lasco também! Ou seja, me lasquei! Não escutei a “vozinha” na hora e quando cheguei em baixo do prédio fui checar: surpresa! meu celular não estava na bolsa. Voltei pra procurar e quando eu o encontrei ele estava nadando em lama. Ele resistiu bravamente por 2 minutos e fritou. R.I.P PHONE!

Nenhum milagre poderia ser feito ali, então fui pra aula… só para descobrir que todo esse auê foi em vão porque o professor decidiu não aparecer. Olha só, lindo! Saí da sala, consegui um telefone emprestado com um estranho simpático e marquei de encontrar meu namorado no shopping pra um sorvete. Saí da Unb e em menos de 2km um prego furou meu pneu e eu fiquei ilhada, sem telefone, com duas opções: 1. trocar o pneu na chuva e consertar depois OU 2. fuder o pneu um pouquinho e achar uma borracharia. SIMBORA OPÇÃO 2! Por sorte (coisa rara do dia) eu estava perto de uma borracharia… e lá se foram R$40 REAIS PRA ARRUMAR UM PNEU!!! Pedi o telefone do moço pra avisar meu namorado que tinha atrasado, mas que tava indo.

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“Sério, universo? Sério mesmo, cara?”

Dalí até o shopping dariam no MÁXIMO 15 minutos em dias normais, mas aí eu descobri que Brasília decidiu teletransportar o trânsito de São Paulo e o percursoquase 2h! Nesse meio tempo eu consegui ressuscitar meu celular e cancelar o sorvete com meu namorado porque ele tinha compromisso e nunca teria dado tempo de comer em paz.

Nisso tudo, com fome e num nível astronômico de stress, eu ainda precisava chegar até uma loja e comprar outro telefone porque eu preciso dele pra trabalhar. Estacionei o carro na garagem do shopping (coisa que nunca faço), escolhi um telefone, paguei e aí um mocinho da loja quis me vender uma capinha e película por R$50. Eu só tinha R$ 52,50 na carteira e pensei: “vou colocar capinha, porque desastrada do jeito que eu sou é capaz desse celular quebrar amanhã, e aí eu pago o estacionamento no crédito”. Quando o mocinho finalmente apareceu com o celular pronto (aí se foram mais meia hora), eu fui pagar o estacionamento e descobri que o shopping aceita como forma de pagamento: cartões de débito, dinheiro ou CHEQUE! QUEM ACEITA CHEQUE PRA PAGAR UM ESTACIONAMENTO DE R$ 8,50, CARAAAA?! Aí, quando eu disse pra mocinha do caixa que eu só tinha cartão de crédito e ela achou a coisa mais absurda do mundo minha lua em leão (pouco barraqueira) disse oi e rapidinho uma máquina de crédito apareceu. Foi impressionante!

Conclusão do dia de ontem: vou jogar na loteria

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